Alzheimer, Parkinson, Esclerose. Tecnologia brasileira restaura funções cerebrais perdidas


A nova tecnologia criada por Marc consiste na indução de proteínas de choque térmico que podem fazer essa restauração. Foto: Divulgação


Olha que notícia boa! O médico brasileiro Marc Abreu desenvolveu uma tecnologia capaz de restaurar funções cerebrais perdidas, que são afetadas por doenças neurológicas como esclerose múltipla, Alzheimer e Parkinson.


Marc é especialista em termodinâmica cerebral e frequências termorregulatórias formado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a nova tecnologia – já aprovada nos EUA pelo FDA – consiste na indução de proteínas de choque térmico que podem fazer essa restauração.


“Os pacientes em tratamento tiveram recuperação total das funções perdidas. Não é o tratamento simplesmente para impedir a progressão, é uma terapia para reverter o processo, restaurar a função cerebral. Recentemente, um paciente brasileiro de 88 anos com Alzheimer e Parkinson, voltou a andar e a falar. É possível restaurar as funções do cérebro que foram perdidas uma vez que haja essa indução da proteína de choque térmico”, afirmou Marc Abreu.

Olha que notícia boa! O médico brasileiro Marc Abreu desenvolveu uma tecnologia capaz de restaurar funções cerebrais perdidas, que são afetadas por doenças neurológicas como esclerose múltipla, Alzheimer e Parkinson.


Marc é especialista em termodinâmica cerebral e frequências termorregulatórias formado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a nova tecnologia – já aprovada nos EUA pelo FDA – consiste na indução de proteínas de choque térmico que podem fazer essa restauração.


“Os pacientes em tratamento tiveram recuperação total das funções perdidas. Não é o tratamento simplesmente para impedir a progressão, é uma terapia para reverter o processo, restaurar a função cerebral. Recentemente, um paciente brasileiro de 88 anos com Alzheimer e Parkinson, voltou a andar e a falar. É possível restaurar as funções do cérebro que foram perdidas uma vez que haja essa indução da proteína de choque térmico”, afirmou Marc Abreu.

Com informações O Progresso

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