top of page

Associação Em Jundiaí Faz Trabalho Especial Para Devolver À Natureza Animais Vítimas De Maus-Tratos


Todo animal resgatado pela Mata Ciliar passa por triagem, avaliação veterinária, exames e possível procedimento cirúrgico; 30% deles conseguem voltar ao habitat natural.


A Associação Mata Ciliar, localizada em Jundiaí (SP), resgata animais vítimas de maus-tratos, contrabando ou que fogem de queimadas.


Destes, 30% conseguem ser reinseridos na natureza depois uma série de ações feitas pela entidade. O restante permanece na área da Mata Ciliar e sob os cuidados da equipe.


“A gente tem toda uma estratégia de manejo, tentando estressar o animal o mínimo possível para que ele possa voltar para a natureza novamente”, conta Bruno Soares, que integra a equipe de resgate.

Ação organizada Depois de resgatado, o animal é levado para a Mata Ciliar. O primeiro passo do acolhimento é fazer uma triagem, com o cadastro do bichinho e avaliação veterinária.


Os funcionários fazem exames para identificar a necessidade de procedimentos ou saber se ele já pode voltar à natureza.


Alguns animais precisam apenas de cuidados básicos, como o tratamento de feridas, mas outros necessitam de cirurgias.


“Aqui fazemos cirurgias de rotina e também contamos com parceiros que vêm nos auxiliar em cirurgias mais complexas como, por exemplo, um cachorro do mato que teve fratura nos dois fêmures e precisou de implantes. Então precisamos de um veterinário parceiro e toda uma equipe envolvida para que o procedimento fosse realizado. Ao todo, foram quatro horas de procedimento”, conta a veterinária Mayara Melo.

Outro fator importante na recuperação dos bichinhos resgatados é a alimentação especial. Cada animal recebe uma alimentação adequada, com leite, ração, frutas e verduras. A Mata Ciliar tem uma cozinha preparada para cuidar da nutrição dos animais em recuperação.


“O animal chega, os veterinários avaliam e aí fazemos uma avaliação nutricional, vemos o peso e vemos o que ele pode comer”, diz a nutricionista da Mata Ciliar, Aline Prado.

Apesar do atendimento organizado e especial da Mata Ciliar, apenas 30% dos animais são curados totalmente e conseguem voltar ao habitat natural. A maioria deles precisa permanecer nas dependências da associação.

2 visualizações0 comentário
bottom of page