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Educadores de Várzea Paulista participam da formação: “Vivência Musical Continuada”

A oficina foi inspirada no Construtivismo e na construção do conhecimento, que propõem o ensino musical para crianças e jovens através de brincadeiras



Na terça-feira (25), a Prefeitura de Várzea Paulista recebeu a formação de “Vivência Musical Continuada” por meio do projeto “Brasil de Tuhu”. A oficina faz parte de um ciclo formativo inspirado no Construtivismo e na construção do conhecimento, que propõem o ensino musical para crianças e jovens através de brincadeiras, além de orientar e dar suporte aos educadores, com ferramentas práticas e didática. A atividade aconteceu no auditório do CEU das Artes e foi direcionada para 40 professores do município, divididos em dois turnos (manhã e tarde).


Segundo o coordenador técnico de Educação Física e Artes, da Unidade Gestora de Educação, Fabiano Mantovani, foram inscritos em média 40 professores de artes da rede municipal, além dos professores polivalentes, uma vice de diretora e uma coordenadora pedagógica. “A oficina tem como foco a musicalização e ela será ministrada em dois dias, nela os professores criaram um projeto com a temática folclore, que será criado e amadurecido, para posteriormente ser levado para sala de aula. O objetivo é somar ao trabalho de musicalização que já faz parte da proposta curricular e desta forma fazer um trabalho diferenciado para alunos da rede municipal”, comentou.


Durante o ciclo formativo da “Vivência Musical Continuada” serão propostas atividades que têm como objetivo desenvolver habilidades e consciência sobre: educação espaço-temporal, desenvolvimento do ritmo, estímulo à criatividade por meio da improvisação musical, do ouvido musical e da voz. Além disso, as técnicas e recursos apresentados para os professores, tornam possível a musicalização do ambiente escolar, tendo como foco principal a criança.


Musicalização e sua importância na educação


De acordo com a diretora pedagógica do projeto “Brasil de Tuhu”, que também é uma das fundadoras da iniciativa, Carla Rincon, a vivência é baseada no construtivismo. “Não vamos copiar de lugar nenhum, vamos experimentar e ver o que se encaixa nas realidades dos professores, pois hoje em dia nós temos grandes concorrentes as telas e elas disputam pela atenção das crianças”, comentou. “Durante a vivência será desenvolvido um projeto que envolva todas matérias curriculares, para que possamos dialogar com todos os professores, por isso nós queremos conhecer vocês e suas histórias pra construirmos a proposta e o projeto juntos’, relatou.


A professora de artes, Rosângela Pereira da Silva, comentou que a Cemeb Carlos de Almeida onde ela trabalha recebeu a vivência do “Brasil Tuhu” e ela despertou o interesse de todos. “Aqui na rede, a maioria dos professores tem formação em artes visuais, temos poucos músicos, estávamos sedentos por algo nesse sentido, por isso as vivências os exercícios e a forma lúdica usada, nos incentiva muito, já até levei pra escola, algumas coisas pois ela já distribuiu apostilas”, relatou. “Embasamento do curso é o folclore, e isso nos incentiva a se aprofundar no assunto e a levar isso para nossas escolas”, finalizou.




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