Homem encontra uma perereca na alface, adota o bicho e história viraliza


Perereca encontrado na embalagem de alface por homem nos Estados Unidos|Imagem: Reprodução/Twitter


Simon Curtis viralizou depois de narrar uma saga que se iniciou após encontrar uma perereca na embalagem da alface, comprado em uma rede de supermercados, e adotá-la.


A "intrusa" agora se tornou parte da família, sendo adotada como um animal de estimação, e tem até nome: Tony.


No Twitter, o homem norte-americano, de 35 anos que trabalha como músico e ator, começou a história ao contar ter achado o bichinho na caixa de plástico, no dia 20 de dezembro.


Depois disso, pensou em devolver a perereca para a natureza, mas, em consequência da temperatura extremamente fria — e fatal para o bichinho, decidiu mantê-la por mais tempo dentro de casa.


Tudo isso enquanto pedia conselhos sobre como cuidar de Tony, nome escolhido por ele para a perereca de estimação.



Em entrevista ao site "Insider", Simon contou ter comprado a alface romana cerca de quatro dias antes de abri-la. Já nos quatro posteriores, criou um habitat para que a perereca tivesse um espaço mais saudável, conversou com especialistas e a alimentou com vermes.


O jovem contou ainda para o portal de notícias que um especialista em anfíbios que, segundo ele, trabalha na National Geographic, o incentivou a manter a perereca em casa "para não trazer doenças ou novas discrepâncias genéticas para o ecossistema".


"Se eu ficar com o Tony, ele receberá um terrário adequado, alto o suficiente para o animal, com controle de umidade e temperatura, bastante espaço para escalada e esconderijo, e tudo o que precisa para a saúde a longo prazo e felicidade", comentou ao "Insider".


Para ser totalmente honesto, estou realmente feliz em encontrar algo vivo nos produtos que como. Eu considero isso um sinal de que a marca está sendo honesta sobre não usar pesticidas tóxicos e, na verdade, está vendendo vegetais de verdade."


Embora ainda não saiba se manterá Tony por muito tempo em casa, Simon relembrou quando tinha 10 anos e enfrentava uma leucemia. O bicho de pelúcia que o fazia companhia no hospital? Um sapo.



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