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Réveillon no Rio deixa 969 toneladas de lixo nas ruas e praias

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Réveillon no Rio deixa 969 toneladas de lixo nas ruas e praias


O Réveillon nos pontos oficiais de festas no Rio de Janeiro gerou 969 toneladas de lixo entre a noite de domingo, 31, e a madrugada desta segunda-feira, 1º. Em Copacabana, palco principal da festa na cidade, foram 484 toneladas, metade do total coletado nas ruas.

A prefeitura montou uma megaoperação de limpeza para o Ano Novo com 4.778 garis, o maior efetivo da história, segundo o município. Os trabalhadores da Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana) garantiram ruas limpas pouco depois das 9h.

A equipe foi distribuída nos pontos de queima de fogos: Copacabana, Flamengo, praça Mauá, Barra da Tijuca, Recreio, praia de Sepetiba, Pedra de Guaratiba, Bangu, igreja da Penha, Parque Madureira, Ilha do Governador, Paquetá, piscinão de Ramos e outros trechos da orla.


O presidente da Comlurb, Flávio Lopes, disse que os garis entregaram as praias limpas e as pistas liberadas ao trânsito em tempo recorde.


"Este ano, com o emprego dos novos equipamentos de limpeza de praia e das novas pás e minipás mecânicas, a Comlurb conseguiu bater o recorde, finalizando o serviço antes das 10h. A limpeza na areia da praia demorou um pouco mais porque as pessoas ficam deitadas, o que dificulta o trânsito dos nossos equipamentos", disse.


Com estimativa de 2,5 milhões de pessoas na orla, o policiamento também foi reforçado neste ano, em Copacabana. O bairro virou alvo de atenção da polícia após a divulgação de cenas de violência e uma onda de roubos nas ruas nos últimos meses.


Diante do cenário, a Polícia Militar estreou o sistema de videomonitoramento com reconhecimento facial em pontos de revista nos acessos à praia.


No primeiro Réveillon com a tecnologia, foram apreendidos celulares, cédulas de real e dólar, uma faca e uma réplica de pistola. Ao menos 12 pessoas foram levadas para a delegacia.


Antes mesmo da virada, um homem foi preso por volta das 21h30, após ter sido identificado por câmeras de reconhecimento facial. Segundo a PM, ele estava foragido da Justiça por tentativa de homicídio.


A PM fez revistas com detectores de metais nos acessos à avenida Atlântica. Para acessar a praia, as pessoas tinham ainda que abrir caixas térmicas e bolsas para revista. Ao todo 3.000 policiais foram destacados para trabalhar em Copacabana, 11% maior do que o ano passado.


O efetivo contou com 61 torres de monitoramento ao longo da praia, além de drones exibindo imagens em tempo real para agentes no Centro Integrado de Comando e Controle da Polícia Militar.


Para o sistema de reconhecimento facial, foram usadas 260 câmeras, que também serviram para identificação de placas de carro em toda a orla da capital e nas principais vias expressas da cidade.


Já a Polícia Civil contou com 3.600 agentes, boa parte deles nas delegacias da zona sul.

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