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Violência contra a natureza é inaceitável



Crimes contra a natureza – no Brasil e no mundo – são cada vez mais habituais, mas ninguém em sã consciência defenderia que isso é normal. Animais, plantas e micro-organismos silvestres estão desaparecendo em um ritmo avassalador, em decorrência de atividades humanas; e essa perda de biodiversidade também é uma forma de violência, que jamais poderia ser encarada como natural.


A taxa de extinção atual é mil vezes superior ao ritmo normal da natureza, ou seja, a sociedade contemporânea é mais perigosa que o meteoro que dizimou os dinossauros em uma das outras cinco ondas históricas de extinções em massa.


A destruição de espécies e de seus ecossistemas é tão intensa que já não produz espanto, o que é um absurdo. É preciso reverter esse cenário, pois cada elemento da fauna e da flora tem sua função no mundo e tem o direito a existir, independente de sua relevância econômica ou social para o ser humano.


Diante do crítico cenário atual, urgem estratégias voltadas à conservação de espécies silvestres e dos ecossistemas em que elas habitam

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