De onde vem a água que chega à torneira em Jundiaí?
Abastecimento depende de mananciais, tratamento e uma rede de distribuição; preservar as nascentes faz parte desse caminho

Abrir a torneira é um gesto cotidiano, mas a água percorre um longo caminho antes de chegar às casas. Em Jundiaí, esse percurso começa nos mananciais e envolve captação, tratamento, armazenamento e distribuição.
Segundo a DAE, o principal manancial de abastecimento do município é o rio Jundiaí Mirim, cujas águas alimentam as represas de Acumulação e de Captação. O sistema também conta com o córrego Japi, conhecido como Estiva, e o ribeirão Ermida. Nos períodos de estiagem, a cidade utiliza ainda água do rio Atibaia, transportada por adutora até a represa de Acumulação.
Após a captação, a água segue para tratamento. No sistema do Jundiaí Mirim, ela é bombeada da represa até a Estação de Tratamento de Água do Anhangabaú. Depois de tratada, passa pela estrutura de reservação e distribuição até alcançar os imóveis.
Conhecer esse trajeto ajuda a compreender por que a proteção da água começa antes da torneira. Preservar os mananciais, descartar corretamente os resíduos e evitar desperdícios são temas trabalhados pela DAE em suas ações de educação ambiental.
Em junho de 2026, uma palestra realizada no Espaço Expressa apresentou esse percurso ao público e explicou o papel das estações de tratamento, reservatórios, casas de bombas e redes de distribuição. A atividade também destacou a participação da população na defesa dos recursos naturais.
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Outra iniciativa, o projeto Caminhos das Águas, promove visitas educativas para aproximar os participantes do sistema de abastecimento. A proposta inclui conhecer os mananciais, a importância da mata ciliar e as etapas do tratamento, relacionando o consumo diário à conservação ambiental.
Fonte: DAE Jundiaí






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